A imagem da mulher na capa: 
Para quem viveu o mundo da fotografia pato-branquense (anos 1960/70) retrata uma revolução, com o retoque de negativos e colorização de fotos preto e branco.

Ilva luz (foto) participou ativamente dessa cultura, com seus irmãos Luiz, Elísio Luz e o marido Solferino Marcante, através da inovadora Foto Arte Cinerama.

Rudi
48 99679 2353
Na apresentação em um de seus livros, Sittilo traduziu em palavras sua preocupação com a preservação da história do município de Pato Branco... 
“O Amor é um sentimento–consequência cuja causa é o conhecimento. Não se ama o que se desconhece. Do conhecer nascem a crença, o entusiasmo, a ufania, o brio... o Amor. 

Retorno tem por objetivo avivar a chama dos nobres sentimentos de todo pato-branquense, nato ou por adoção, por esta terra que o acolhe com afagos de mãe. E o caminho traçado para se chegar a esse horizonte é o Conhecimento. Conhecer para amar. Retorno foi em busca da História de Pato Branco por acreditar que é com base nas lições do Passado que se revigora o Presente e se garante o Futuro. Por incrível que pareça, a mãe de Retorno é a inércia... 

A inércia em que Pato Branco mergulhou quanto à sua história e, passivamente, como se não fosse com ele, vem permitindo que os traços de seu passado escorram paulatinamente para as águas do esquecimento. Quase tarde, Retorno despertou — mas despertou — e pôs-se a colher o que pode, para somá-lo ao documentário fotográfico existente; às passagens contemporâneas da história do município, registradas pela imprensa; às isoladas e heroicas incursões ao passado, para salvaguardar tópicos que fossem do precioso acervo, à beira do abismo do nada. 

É preciso alertar Pato Branco para que não sepulte o seu passado, fundamento do presente, estrutura do futuro. Se as ações do presente não estiverem alicerçadas no passado, serão sempre ações de começo, faltando-lhes energia e suporte para projetar-se para o futuro. Sem o passado, trava-se o presente, torna-se inoperante a sociedade, mergulhando em modorrenta mesmice, sem motivação para a luta, para as conquistas, para o progresso, para o desenvolvimento, para a cultura, para o saber. Retorno vem convocar Pato Branco para restabelecer os elos com o passado; 

Retorno vem convocar Pato Branco para que, no presente, projete o futuro, com a cartilha do passado. O maior valor do presente é o passado, uma vez que ele é a origem da própria existência; o maior valor do passado é o presente, uma vez que ele é o fantástico patrimônio que temos nas mãos, representando a soma do trabalho, das vicissitudes, dos sucessos dos que nos antecederam na construção dessa maravilha que é Pato Branco.”

*Heloísa Voltolini, para o livro PATO... CONFESSO QUE VIVEMOS.
Sílvio Giordani:



Inter-pal, clássico pato-branquense Internacional e Palmeiras. 2ª Divisão de ......... do Paraná.

Resultado: 1x1.

Flávio "Fogo " Carraro, um baita cabeça de área. Poderia jogar em qualquer time brasileiro.

Sendo entrevistado por Ademir Mendes.
Ano: 1976 (aproximadamente).


(Foto: Rudi).
Giles Balbinotti, escreve sobre sua família, para o livro PATO... CONFESSO QUE VIVEMOS;

"Num dia de 1964, o nono Felix pegou seu  cavalo e com a carroça  foi  para a vila  para  comprar  mantimentos

No caminho parou na bodega do seu Gazzoni na praça central. 
Foi comprar doce para os filhos. Recebendo o troco, escutou um alarido e o galope de um cavalo. Era o seu próprio que “carpiu o gato”, ou seja, disparou com carroça e tudo, após se assustar  com  forte ventania. 

Tomou o rumo norte, sentido da rua Itabira, fazendo  curvas  em duas  rodas, não  tombando por milagre. Nono Felix saiu  abanando  o chapéu  para que as pessoas  parassem o  cavalo, que por sorte,  passou pela rua Guarani, diante de uma agência bancária, onde casualmente estava em frente, seu filho Gentil que ali trabalhava. 

Tio Tile conhecendo o conjunto cavalo e carroça não teve dúvida; se lançou a frente do cavalo abrindo os braços e finalmente parando o animal, que tremia mais que vara verde !!!" . 






Joel e Itacir "Ita" Tonial.

Embaixo: Flávio "Fogo" Carraro e Edson "Pelezinho" Salvador.








Foto enviada pelo Sílvio Giordani
(Master Bike).
:







Adalberto Pozza, Edson Bianchi, Robson Cantu e Reges Palaoro.












Raul e Rosana Juglair








José Valdir "Ticão", Ataides, José Valmir "Tiquinho" e Jorge, Zuconelli.
Paixões que não sumiram com o fim da poeira das ruas da cidade e que ainda sobrevivem sublimes na memória, pela pureza, ingenuidade e beleza que marcaram uma época em que éramos, ao mesmo modo, reis e vassalos do nosso tempo. 

Como em uma sessão da tarde no cinema, sublimada pelo encontro, pela namorada na poltrona ao lado, pelo primeiro tato das mãos dadas, pelo primeiro beijo.

Já havíamos deixado de lado as pilhas de revistas em quadrinhos que levávamos embaixo dos braços para troca, no alvoroço e burburinho nas tardes de domingo, em frente ao cinema, com hora de antecedência das sessões. 
Era onde trocávamos figurinhas para completar nossos álbuns, momentos lúdicos de felicidade e fantasia, sempre aguardados para a próximo domingo, na mesma sessão da tarde.
Já não vestíamos mais calças curtas com suspensórios.

*Nas ruas do tempo, Alceo Rizzi, jornalista e publicitário.

                            
                             Outubro de 1972. Do acervo de Rita Augusto. 

                             As debutantes daquele ano, do Sport Club Internacional, com o casal presidente José Antônio "Chico" e Shiley Haas.

                               Em primeiro plano na frente a Miss Pato Branco 1972, Elecy Luvison. 
                              
                               As patronesses Suela Guerra e Janice da Penha Augusto estão sentadas. 
                              O saudoso Honório Ribeiro, no centro do grupo atrás era diretor social do Inter
Valdir Duarte, nascido em Pato Branco na baixada industrial em 10/10/1945, é festejado hoje pelo aniversário.

Valdir escreve ricas lembranças do meio do rádio e musical de Pato Branco, anos 1960, no livro PATO... CONFESSO QUE VIVEMOS (lançamento início de novembro).

Conta como optou pelo contra baixo em lugar da guitarra na época:
"Só havia um detalhe: ninguém nunca havia pegado em uma guitarra, ninguém sabia nada de notas musicais, muito menos posições no instrumento; enquanto isso eu estava trabalhando em meu contrabaixo, e estava fazendo (construindo) no tipo de um de verdade".




Pato Branco perdeu neste domingo 07/10/2018, Francisco Waldemar Giordani, com 80 anos.

Casado com Nair de Mattos, Giordani atuou cerca de 50 anos com farmácia em nossa cidade.

Dotado de espírito sereno e generosidade, ele teve admiração de muitos de nós.
Partiu jovem aos 80, pela lucidez de sua mente.



Foto dele foi registrada em fevereiro de 2017 por Rudi Bodanese.