Floripana, cinco modelos de sandálias feminino que levam os nomes das praias: Guarda do Embaú, Praia do Rosa, Joaquina, Galheta, Jurerê e Floripa.

Modelos que refletem estilos "chique, luxuosas, glamourosas, lindas, coloridas, alegres, hippie, descoladas, mistura de paz e amor"...




Foto: Jociane com a sandália minimalista Galheta.
Autor: Rudi (e Suzana) Bodanese.

Com Ezequiel e Gustavo Goulart


"Lide com um livro como a abelha faz com as flores, extraia a doçura. mas não estrague".




John Muir






Post e foto: Zeca Bet

Uma vivência e contribuição comunitária valiosa para Pato Branco: Vicente Eliseu Ampessan (esquerda) com José Odorski que veio de União da Vitória nos anos 1950.

Certamente nas eleições daquele 1950.


De tanto ouvir e ler sobre economia na vida chego a conclusão que: não há expectativa de realização e prosperidade no plano pessoal, familiar, empresarial e nacional se não se praticar essas três regras:

trabalho, disciplina e poupança...


(Rudi).
                        
                            Uma foto/documento, que supõe-se que seja 1956.

                          Três pessoas que identificamos: Manoel Branco, de terno escuro (na esquerda), o advogado Lamartine Augusto (em pé, com a mão esquerda no jeep) e Vicente Eliseu Ampessan (mais a direita da foto, atrás do farol do jeep). 
                      
                          Ao fundo, a gloriosa Rádio Colméia ZYS 37 (que viria ser a Rádio Calinauta AM atual) e a Casa Rádio Técnica e Sonora Limitada. (foto, acervo Neli Augusto). 
              
                               Escreve Pedro Rost:

                         "Nessa época - 1955 - o advogado Lamartine Augusto era fiscal da Receita Estadual e prendeu esses veículos que estavam entrando contrabandeados para o Brasil, via Barracão na Fronteira".
Steve Wozniak, cofundador da APPLE (com Steve Jobs) virá ao Brasil.

Em entrevista à Exame ele adianta sugestões para o Brasil e a economia de futuro.

Destaca a cadeia em torno de veículos autônomos e elétricos "extrapola o mercado automobilístico e está ligado a todo o setor da energia".

*Estas duas modalidades de veículos são mesmo uma grande esperança - pois submeter as massas a uma potente máquina de propaganda e condicionar o viver nas cidades,  mobilidade urbana e a pureza do ar, ao livre arbítrio das pessoas diante do acelerador - é um grande equívoco da humanidade. 

                                                                                                (Rudi).

"Causou-me impacto o passamento de Jorge Baleeiro de Lacerda.

Ao ver a notícia, interrompi meus afazeres e eis-me aqui juntando-me à dor de seus amigos e entes queridos.

Pouco sei, porque ele não era de muito falar, sobre sua família. Sei apenas, que falava com muito orgulho de seus filhos Ligia (que mora em Buenos Aires) e Afonso Henrique, médico.

Mais detalhes do fato encontrei no Jornal de Beltrão.

Ele se foi ainda muito jovem e, sem exagero, o Brasil perdeu um grande estudioso, patriota, curioso ao extremo. Uma conversa com ele, valia a leitura de um livro e lamento ter conversado com ele por mais tempo apenas em duas ocasiões – a primeira, apresentado por nosso amigo comum Rudi Bodanese, quando conversamos no mais apropriado lugar para Jorge Baleeiro: uma biblioteca. 

Daí surgiu a ideia de sugerir ao Jô Soares que me entrevistasse, o que ocorreu, e este é um fato distinto em minha vida, que agradeço a meu amigo. A segunda conversa se deu com a presença de Afonso Henrique, um jovem extremamente bem educado – o que certamente ocorre com Ligia, pela elegância que demonstra em seu trabalho.

Embora se diga que ninguém é insubstituível, Baleeiro deixa uma lacuna que não será preenchida.

Li muitas de suas crônicas no próprio JB e outras, especiais, sobre determinados assuntos, quase sempre já publicadas, ele me remetia; algumas delas, encaminhei a amigos, porque seus temas eram variadíssimos e só quem conhecia o Brasil poderia escrever como ele fazia. Sua escrita era leve e objetiva, com grande volume de informações, em sua maioria, vividas – eis a grande diferença de seus textos, que mostram o quanto ele estudou e amou o Brasil.

Eu gostaria de ter seu telefone, para ligar e dizer, com minha própria voz à dª Sueli e família, o quanto sinto.

O que posso fazer é pedir a Deus que receba seu espírito e lhe dê Paz  e que console seus entes queridos. Faço uma prece. (prece feita)".


 Wesley Collyer, presidente da Academia Catarinense de Letras e Artes. (27 de setembro de 2016)

que sejam éticos e bons gestores; que levem educação ao povo; que pensem na igualdade e nos pobres; que promovam respeito no transito e ao meio ambiente; que combatam a alienação nacional...
                                 
                             Dezembro de 1953. Avenida Tupi. Foto comemorativa a posse do 1º prefeito de Pato Branco, Plácido Machado

                          Pioneiros que estão na foto: João Spack, Germano Corona, Adelar Sartori, Antonio Zanol, Adolfo Pozza, Antonio Montemezzo, Vicente Eliseu Ampessan, Antonio Odorski Filho, Theófilo Petricoski e outros. 

                           A casa da esquerda pertencia a família Sartori tendo abrigado importantes atividades até a década de 70.
                          No fundo a casa da família de Júlio Pagnoncelli e aquele que marcaria profundamente na cidade, o Hotel Brasil da família Pastro.
                             
                              1951 ou 1952.

                           A avenida empoeirada recebeu um acontecimento grandioso. O governador de São Paulo, Adhemar de Barros, (período 1947/1951) visitou Pato Branco.

                               Descendo ladeira abaixo, ou seja, na Avenida Tupi, o famoso político com lideranças locais, dentre as quais: Antônio Odorsky, Antônio José da Silva (conhecido Capilé), Doutor Sinval Martins (candidato a prefeito por Clevelândia), Vicente Eliseu Ampessan, e muitos outros.
                              
                               Foto: livro  Memórias de Alberto Pozza em Vila Nova de Pato Branco.