1967, 50 anos

Juvenil do Internacional:

Em pé Arlindo Cantu, baluarte do clube, Waldir Garcia (Transportadora Aurora), também da diretoria do Inter e os jogadores: Ademar Cantu (goleiro), seu irmão Amilcar "Polaco", Nino, (.......), Celso Bet e o técnico Chiquinho.

Embaixo: Oscar Bertinatto, Chico Breda, (.......), Ney Chemin, Jorge Radaelli e Beto Cantu.

Com essa formação, nosso Juvenil venceu o União de Beltrão por 1 a zero, gol do Polaco de cabeça.



Sentido Horário: Valdir Mocelin e Luiz Batista dos Santos; Ademir Cantu, Aldair Rizzi e Clóvis Cantu;
Dolmar, Antonio Carlos "Ney" e Tinho Chemin;
Amado e Ana Maria Pastorelo com Suzana Bodanese



*Fotos: Rudi


LOJAS HM CHEGAM EM PATO BRANCO, em 78


No ano de 1978, um bando de jovens farsantes, fazendo-se passar por “jornalistas” consegue entrar na festa de inauguração da loja de departamentos HM (Hermes Macedo), em Pato Branco (PR). Após comerem de montão e se entupirem de refrigerantes, foram até a praça central, em frente à loja, deixando registrado este momento de inusitada rebeldia. Entre os pequenos impostores, Eduardo Waack, Adilton Detoni, Emerson Freitas, Robson Ampessam, Gerson Silvério, Carlos Dosciati e outros amigos da oitava série, que o coração bem sabe mas a memória esqueceu os nomes.

Assim se refere a esta ocasião Adilton Detoni, que atualmente é Juiz do Trabalho e reside na cidade de Concórdia (SC):

 “Lembro-me que a inauguração da HM naquela época foi um grande acontecimento para Pato Branco. Uma festa e tanto. Resolvemos que tínhamos que participar e inventamos um trabalho escolar, que se tratava de uma reportagem sobre o evento. Todos ‘impecavelmente’ vestidos entramos no local convencendo quem cuidava da entrada da importância de nosso trabalho. Toda a sociedade pato-branquense estava no local, vestidos de gala; e nós de abrigo e camiseta. Que caras de pau! Pegamos um gravador, uma máquina Polaroid (sem filme) e uma Olympus Trip (esta com filme, o que rendeu as fotos); tudo pertencia ao pai do Emerson; invadimos o local e fizemos as entrevistas. Levamos a mentira a sério, comemos salgadinhos, docinhos e bebemos refrigerante. 

O Carlos não era da nossa turma (ele é um pouco mais velho), não sei de onde ele apareceu. Foi uma aventura inesquecível, um dos grandes episódios de nosso início de adolescência.”





Aí estão eles: 
Em pé: Robson Ampessan e Carlos Dosciatti.

Embaixo: Adilton Detoni, Eduardo Waack, (.......) e Emerson Antonio Freitas.



                                                                           
  *por, Eduardo Waack - Matão SP.


Ano: 1981 /82

Time: Foto Esporte

Em pé: Vinicius Rigon (acompanhando), João Colombo, Biduca Merlin, Celso Bet, o goleiro Rosalino Saggin, seu irmão Dirceu, Cali Beti e Rudi Bodanese.

Embaixo: Bimo Veronese, Rui Bodanese, Reges Palaoro, kiko Cantu, Deonildo "Boca" Veronese, Neri Garbin e Joacir Suttili.

Das décadas marcantes 1970/80 na Associação Atlética Banco do Brasil de Pato Branco.

ED: Júlio Franco, Antônio Maria (de costas), Everaldo (ao fundo), Miceslau (centro), Carlos Pimenta e Danilo Fernandes.


Foto do acervo de Antônio Carlos Pimenta, enviada pela Sandra Martins.

Rodolfo Giménez, mais conhecido por seu nome artístico Argentino Luna, foi um cantor e compositor argentino nascido em 21 de junho de 1941. Filho de trabalhadores rurais campesinos, gravou inúmeros sucessos no estilo Milonga, um gênero musical folclórico rioplatense tipico da Argentina, Uruguai e do Rio Grande do Sul. Faleceu em 19 de março de 2011.


Dentre seus inúmeros sucessos, destaca-se a belíssima canção intitulada "Palabras Para Mi Hija" (Palavras para a minha filha), que pode ser apreciada no vídeo abaixo.

 Palabras Para Mi Hija - Argentino Luna
(clique no play para ouvir)


Post: Zeca Bet
Foto: Internet

"Haja o que houver, distribua confiança e bom-ânimo porque a alegria é talvez a única dádiva que você é capaz de ofertar sem possuir"


André Luiz
*Reflexões de um incorrigível bicho do mato:


Palmeiras
Pato Branco,1965.





Valor.







Neymar no PSG,
2017.






Preço.
Início da segunda metade dos anos 1960.

 Francisco Waldemar Giordani era mais um famacêutico de sucesso em Pato Branco.

Recortando parte da imagem, vemos Giordani atendendo nada menos que o radialista João Gualberto Gaspar.

*João Gualberto havia recém chegado de Ponta Grossa, inovando a locução radiofônica.

João, impulsionou as transmissões de futebol, o jornalismo e programas de entretenimento, na Rádio Celinauta.

Também criou uma forte ligação com seu colega Inelsi Mattielo (60 anos de rádio).

*Foto: acervo de Francisco Waldemar e Nair Giordani, resgatada por Rudi Bodanese para memórias de Pato Branco/ Erlindo Rosa, na revista Ontop de outubro próximo.