Anos 1970. À frente, na esquerda o Moinho Irmãos Massignan, que tiveram grande crescimento anos depois e Curitiba.
No (excelente) documentário VINÍCIUS, de Miguel Faria Junior (produção de Susana de Moraes - filha), o parceiro Toquinho conta:

Em 1974 Vinícius morou uma temporada em Salvador, na bela casa de Itapuã (que ele mandou construir).

A casa era uma arca de noé de bichos que a habitavam.

Vinícius mostrou para Toquinho, um cachorro, um gato, uma perua e um pavão

 - "Olha, como vivem em harmonia entre si. Aprendi mais com eles do que nos anos de diplomata". 

*Vinícius de Moraes (1928/1980). Atuou como Diplomata do Brasil nos Estados Unidos e Europa entre 1946 e 1968.

                           
                               Neste 14 de dezembro de 2017.

                            Foto: 1951 ou 1952.

                           A avenida empoeirada recebeu um acontecimento grandioso. O governador de São Paulo, Adhemar de Barros, (período 1947/1951) visitou Pato Branco.

                               Descendo ladeira abaixo, ou seja, na Avenida Tupi, o famoso político com lideranças locais, dentre as quais: Antônio Odorsky, Antônio José da Silva (conhecido Capilé), Doutor Sinval Martins (candidato a prefeito por Clevelândia), Vicente Eliseu Ampessan, e muitos outros.
                              
                               Foto: livro  Memórias de Alberto Pozza em Vila Nova de Pato Branco.
Conhecidas mulheres (na maioria) realizam um trabalho ecumênico/assistencial de acolher jovens talentos, em torno da Associação Beneficente Dikaion com base em Piaraquara, região metropolitana de Curitiba.

Neste domingo, 10/12 elas receberam um grupo desses jovens para uma confraternização:


Escreve Mary Salete Dalmolin Ayres:

"Jantar de encerramento do ano, na residência de Ivone e Henry Pantarolli. Foi um dia cheio de emoções.

 O coral das crianças da Dikaion nos homenagearam com canções natalinas.
Depois, um jantar preparado pela Ivone e sua filha Elisa, com ajuda da neta Maria Isabel. 
                                                    À vocês, nossa gratidão".
Noel Rosa
Compositor. Cantor. Violonista. 

Nasceu no bairro de Vila Isabel, no Rio de Janeiro em 11/12/1910, tornando-se anos mais tarde conhecido como o "Poeta da Vila".

 Morou durante seus vinte e seis anos e meio de vida na mesma casa na rua Teodoro da Silva, que tempos depois seria demolida para a construção de um prédio residencial que leva seu nome. 

Filho de Manuel Medeiros Rosa, que era gerente de camisaria, e da professora Marta de Azevedo, teve em seu nascimento fratura e afundamento do maxilar provocados pelo fórceps, além de uma pequena paralisia na face direita, que o deixou desfigurado para o resto da vida, apesar das cirurgias sofridas aos seis e 12 anos de idade.

 Quando seu pai foi trabalhar como agrimensor numa fazenda de café, sua mãe abriu uma escola dentro de casa, passando a sustentar os dois filhos, Noel e Hélio, o mais novo, nascido em 1914. 

Já alfabetizado pela mãe, foi matriculado no Colégio Maisonnete quando tinha treze anos, depois foi para o São Bento, onde ficou até 1928, recebendo dos colegas o apelido de Queixinho. Teve paixões por mulheres que se tornaram musas de alguns de seus sambas, como no caso de Ceci, dançarina de um cabaré da Lapa.
Para ela, compôs "Dama do Cabaré" e "Último desejo". 

Morreu em 4/05/1937.  *(texto: Ricardo Cravo Albin)


Pato Futsal, conquista o Campeonato Paranaense 
da Série Ouro.


Investimentos tiveram retorno com conquista inédita e fortalece grupo e investidores para 2018.
                   
                              Rio Ligeiro.
                        
                           Na frente, Dalva Zanol, Inês Geron e Marta (.......) Geron.

                          Sentada na esquerda, Cândida Merlin.

                          Em pé, Elza Geron. 

                          *Foto cedida por Ester Kirchheim. Informações: Alice Fontana.                     
              

Carlos Segatto, pato-branquense geração 70
(no centro, tocando contra baixo) lidera o Grupo Fora de Moda, com vasto repertório de samba raiz, fez show com casa cheia no Espaço Carmela de Ulisses e Denise Viganó.




Os quatro do grupo:
vocal: Nilson;
bateria: Carlos;
baixo: Carlos Segatto
e viola: Jaime.


















Clicada de mestre do José Luiz "Zeca" Bet.

Árvore de natal e roda gigante.
Por sugestão do próprio Chico Piva (foto) em 2018 vamos realizar um encontro afetivo/cultural para comemorar 50 anos de amizade, convividas, compartilhadas desde a era escolar, segunda metade dos anos 1960, em Pato Branco.


*Foto: Kátia.