Tendo participado de encontro familiar em Pato Branco, Fátima Chemin levou exemplar do livro PATO CONFESSO QUE VIVEMOS para São Paulo, onde reside.




E enviou essa criativa foto para o Patonauta.


Além de estar no livro PATO CONFESSO QUE VIVEMOS com seu texto em que expressa inteligência clara sobre temas pato-branquenses, Nilso Romeu Sguarezi ainda presenteia familiares e amigos, com esta obra.

*Na foto, Ulisses Viganó e Nilso Sguarezi, no Espaço Carmela, de Ulisses - Largo da Ordem, em Curitiba, onde o livro pode ser encontrado.
Muito comemorado por pato-branquenses de todos os cantos a conquista do campeonato brasileiro de futsal ontem, com transmissão pelo SPORTV.

(Foto: Giles Balbinotti com sobrinhos, em Curitiba).

Impressionante a frieza e determinação do Pato, que vira e ganha jogos em minutos e segundos finais. 
Grande mérito do técnico e jogadores, fortalecidos pelos patrocinadores, pela torcida e pelo espírito dos pioneiros (uns se foram) que convivemos na Pato Branco de décadas passadas.
Em jogo eletrizante Pato vence na prorrogação, o Atlântico de Erechim e é campeão da taça Brasil 2018.

Profecia de Lavardinha, presidente da equipe do Pato meses atrás: "O Pato tem DNA de campeão!"
Celyna Scariot Grezzana, pato-branquense que formou-se em Medicina na ilha de Florianópolis neste 07/12/2018.

Filha de José e Cilmara Grezzani, ela tem a educação no DNA.

Crédito das fotos: da família na colação, CIC: (pessoal);
Celyna com o livro, na comemoração de seus familiares e convidados: praia de Canasvieira; por Rudi Bodanese.
GUIDO GUERRA, UM HOMEM DE BEM

Quando a vida nos premia com um bom e fiel amigo, percebemos que,  como uma energia especial e positiva, ele chega para nos influenciar e ajudar. Pela sorte ou destino, não importa saber das razões, foi como que por magia e encanto que o ex-seminarista, primo dos irmãos Guerra, de cara foi um novo amigo que  se incorporava no rol dos jovens pato-branquenses que começavam a se deslocar para Curitiba em busca do ensino superior.

     Impossível falar daquela época sem lembrar Guido Guerra.  Foi na década de sessenta, coincidentemente  sessenta anos atrás, que nos tornamos amigos.  Cursamos a mesma turma da Faculdade de Direito da UFPR e juntos, como sócios, iniciamos nossa advocacia em Pato Branco  que logo se espalhou pela região. Jovens e destemidos advogados conseguimos uma clientela especial que nos impulsionava a galgar sucesso e realização profissional. Mas quando me dei conta,  em 1975,  tive que mudar residência para Curitiba afim de cumprir o primeiro dos três mandatos de Deputado Estadual e um de Deputado Federal Constituinte. 

A política me tirou e impediu de continuar a sociedade de advogados com o amigo Guido, além de ter imposto um afastamento geográfico entre nossas famílias. Mas nem isso não diminuiu nossa amizade e laços de fraternidade entre nossos familiares. Com minha esposa Mayra tivemos a honra de sermos padrinhos do seu casamento na cidade de Lageado, RGS,  onde ele foi buscar a prendada Ivone, filha única da família Preto. Formamos famílias e trocamos o compadrio, eis que Guido e Ivone crismaram meu filho Vinicius, eu e Mayra,  temos a querida Vanessa como nossa afilhada.

Nestes anos não foram poucas as pescarias que juntos fizemos e carinhosamente nos apelidamos de Martins Pescadores ou das rodadas de canastra, pontinho ou pif-paf que desde os tempos acadêmicos com a turma dos estudantes pato branquenses costumávamos cartear. Sim fomos grandes amigos. Do querido amigo me resta a saudade. Foi um homem de bem. Partiu deixando o exemplo do pai dedicado e honrado chefe de família. O cidadão Guido Guerra – advogado competente não deixa somente saudades aos seus amigos e familiares, deixa um legado especial à nossa Pato Branco ao construir -  com sua esposa e filhos -  o complexo Mater Dei que recentemente registrou seu cinquentenário, onde tantos jovens já foram  encaminhados para a educação e o conhecimento.
                                 Parafraseando o imortal Fernando Pessoa podemos dizer:

“Quem quer dizer o que sente
Não sabe o que há de dizer.
Fala: parece que mente...
Cala: parece esquecer...”
 “Nem tudo é dia de sol,
E a chuva, quando falta muito, pede-se.
Por isso tomo a infelicidade com a felicidade
Naturalmente, como quem não estranha

Que haja montanhas e planícies.
E quando haja rochedos e erva...
O que é preciso é ser-se natural e calmo.
Na felicidade ou na infelicidade,
Sentir como quem olha,
Pensar como quem anda,
E quando se vai morrer, lembrar-se de que o dia morre,
E que o poente é belo e é bela a noite que fica...
Assim é e assim seja...”

NILSO ROMEU SGUAREZI






Da mesma forma que interage na foto, brincando com aquele tempo, Eliseo Batiston escreve no livro PATO CONFESSO QUE VIVEMOS.

*Evaldo Dall'Igna e Eliseo Batiston, início da década de 1970.





Aqui, Eliseo brinca - com o livro - entre uma turma de históricos pato-branquenses, em imagem do final da década de 50, lá em Pato Branco.




Danieli Longo Benedetti, filha do casal emblemático de uma era pato-branquense, Remo e Hilda Longo, também enriquece o livro PATO CONFESSO QUE VIVEMOS, com uma crônica abordando a passagem da família pela cidade nos anos 1970.



Aqui está Danieli com seu pai Remo, na Pato Branco dos anos 70.

Ela hoje reside em São Paulo, tendo se tornado uma pianista com carreira internacional.

*Para ser contratada para tocar em nossa cidade.




A pato-branquense Kátia Bertol possui o café Vicoleto, na aprazível Rua Esteves Junior, beira mar de Florianópolis.


Lá, ela posou com o livro que contém também registros da família Bertol, descritos por Iraci Bertol Cantu (Udir "Baru" Cantu - em memória).





Foto: Rudi



Giles Balbinotti, neto de Felix e Maria Balbinotti, escreve antológica crônica sobre sua 
família, no livro PATO CONFESSO QUE VIVEMOS.

Ele recebeu exemplares no Espaço Carmela (Largo da Ordem em Curitiba) que também vende o livro, apoiando todas as causas pato-branquenses.

Giles Balbinotti e Ulisses Viganó.