Esse é o valor das grandes almas. Nylzamira Cunha Bejes, poetisa curitibana veio a Pato Branco em 1976, a serviço da Secretaria da Educação. Isso bastou para ela criar a poesia abaixo em homenagem à cidade.

PATO BRANCO (Ao povo de Pato Branco)

Aos primeiros albores da alvorada chega-se, finalmente, a Pato Branco, após noite inteira, pela estrada, vadear-se rios, transpondo barranco.


Mas tudo aquilo com que o viajante depara na cidade adormecida é um trato bom, já no primeiro instante, toda a atenção, é uma boa acolhida.


Cidade nova, mas já florescente;
o povo ativo, num clima tão quente, tranquilo enfrenta o sol nas avenidas.


E o tom avermelhado da calçada
comprova a terra rica, abençoada,
desta cidade cheia de subidas.

Nylzamira Cunha Bejes

Soneto publicado no Anuário De Poetas do Brasil, 1976.
No livro Lembranças de Vila Nova (1982) de Rudi Bodanese
* 14 de dezembro de 2010, o município comemora 58 anos.

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