Neilor Aguero (pato-branquense de corpo, alma e energia) falecido há poucos anos, nos abriu o baú de fotografias, na sua residência e barbearia, rua Ivo Thomazoni.

                          Dentre elas essa é relíquia: Nereu Palhano e ele, Neilor Aguero, na praça Presidente Vargas, por volta de 1960

                        O grupo escolar no alto à direita era o Agostinho Pereira, que também abrigou a igreja católica. 
                           Os dois viriam ser sócios numa barbearia, frequentada pela alta corte da malandragem e amizade pato-branquenses, amantes de futebol e boa conversa.

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