Um amigo (escultor) pato-branquense nos colocou o seguinte questionamento sobre a postagem O fim da Canção (abaixo neste blog):

Não será também o fim da poesia, ou a transformação desta ?

Disse ele: "Exaltávamos nossas musas, namoradas, esposas...
          Não se faz hoje poesia exaltando problemas policiais...?"

                          Críticos afirmam que o cinema não se atém mais a cenas que duram além de alguns segundos.

                      Tudo parece que está ficando momentâneo, urgente, instantâneo, descartável.
                      Trocando em miúdos, traduz-se; não se leva os indivíduos para o interno, mas sim para o externo.

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