"A vida não passa de uma oportunidade de encontro; 
só depois da morte se dá a junção; os corpos tem o abraço, as almas tem o enlace".

Voo sinuoso como de borboletas, os olhos já cansados, quase não conseguem acompanhar e mesmo esses olhos fundos, frios e mansos, experientes na incumbência de ver se surpreendem, agora, com uma borboleta de asas amarelas.

Comum outrora, agora rara ou solitária, a borboleta pousou sobre a acácia.
Brisa fria, corpo magro, enrugado sentada sobre a grama verde e brilhante pelos primeiros raios de sol.
Por que ela não responde mais ?
                                                                                   Revista Educar edição 91 (SC)

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