Nem eu, nem ninguém
Você é quem deve colher
Depois de semear também
Você é quem pode rasgar o caminho
Fechar a ferida
E achar o seu justo momento
A razão de tudo aquilo que chamamos vida

Vamos lá, deixa o coração
Recolher os pedaços do sonho perdido
Essa é a lei nos caminhos
Onde a ilusão e a dor
Fazem parte do primeiro artigo

Traços comuns em nossas vidas
Não justificam um conselho sequer
E logo eu, que procuro
Infinitas formas de amar e viver
Posso apenas declarar que o medo
É que faz a nossa dor crescer

*Paulinho da Viola (o príncipe do samba) / Vida.

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