Sei lá, no Pato a poesia
Feito um mar se Alastrou
E a beleza do lugar
Pra se entender
Tem que se achar

Que a vida não é
só isso que se vê
É um pouco mais
Que os olhos
não conseguem
perceber
As mãos não ousam tocar
E os pés recusam pisar.

Não sei se toda beleza de que lhes falo
Sai tão somente do meu coração
Em Pato Branco a poesia
Num sobe e desce constante
Anda descalça ensinando
Um modo novo da gente viver
De sonhar, de pensar e sofrer
Sei lá não sei, sei lá não sei não
A Mangueira é tão grande
Que nem cabe explicação

*Poema adaptado de Sei Lá Mangueira, autor: Hermínio Bello de Carvalho.
Na foto: Jozieli Wolff (Pato Branco, natal de 2015)

Nenhum comentário:

Postar um comentário