Um em cada três brasileiros terminou 2016 com nome sujo.

58,3 milhões de pessoas terminaram 2016 inadimplentes.

Ora, antes dessa máquina de propaganda levando a população para consumir mais e mais, deve-se educar no âmbito coletivo.

                               Para quem demorou 6 décadas para aprender: poupar é indispensável, guardar para a velhice é imprescindível. Some-se a isso sempre; trabalho, disciplina e poupança.

Enfim, desde as mais jovens idades semear a cultura de gerar riqueza, não pobreza.

(Rudi Bodanese)

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