Um livro pato-branquense quer transitar entre duas eras: os rebeldes e transformadores dos anos 60 sendo revistos pelos caretas e comportados personagens dos tempos de hoje. 

Linguagem criativa de Pato Branco, no foco dos anos 1960/70 quando na solteirice, vivia-se ansiosos por outras experiências, soltos no ar, transpirando criatividade por todos os poros.

Estamos ampliando histórias, procurando amigos, atores de uma época impregnada de informações culturais, verdadeiramente nossas.

(Rudi Bodanese). 

 *Tupinês, alusão à Avenida Tupi e ruas indígenas da cidade. Encontro nas esquinas, tardes de amor.

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