Foguinho Bertasso, nessa foto dos veteranos (1980) está em pé de camisa vermelha na direita.

Restreando histórias da geração 1970

Uma das figuras mais espirituosas daquela década pato-branquense foi o Foguinho Bertasso (falecido prematuramente).

Segunda metade dos anos 1970. Sexta feira de maio, Foguinho sai de um órgão público onde trabalhava na rua Tocantins (próximo à Rádio Celinauta).

Sobe a Tupinambá, dobra a Aimoré e alcança o bar do Seu Sbarain. No outro lado da rua, no do seu Achilles Bet.
Já na entrada da noite, desce até o bar do Joãozinho Soares em frente a igreja. Após conversas ali, uma parada no bar do seu Guzzela na Sílvio Vidal, ao lado da igreja matriz.

Já passava das 21:30h quando Foguinho descolou-se até O Beco na rua Iguaçu, ao lado das Pernambucanas.
Sempre um ponto de prazerosas conversas, naquele bar restaurante musical, capitaneado por Adipe e Diná Salomão.

Finalmente, Foguinho Bertasso locomove-as até o Bar Gaivota na Tupi. Sexta feira de desfile de moda na boate APS (do Baxinho).
O esquenta no Gaivota estava acima da média. 

Eram 23:00h quando o Foguinho enxerga da porta a fina flor da malandragem, numa grande animação: Alí estavam, Ajucir Vicari, Vilson Comin, Henry Zilio, Aldair Rizzi, Rosevelt Andrade,  Olirio Piva, Jair Comin, Marquinhos Rolof, Foguinho Carraro, Dedeco Andrade e Nery Sguarezi. E muitos mais.

Ao verem o Bertasso na calçada todos tiveram um íntimo lampejo de alegria.

 Ao ver a turma adiantada no alpiste o Foguinho, um grande gozador foi falando alto da calçada para o Vanio Beltrame, ou, Carcará, dono do bar Gaivota:

- “Pô Carcará: só dá ébrio, embriagado, beberrão, esponja, gambá, pinguço, caixa d’água...

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