Título acima extraído de coluna de Antonio Prata, Folha de São paulo 14.05.2017.

Cita a coluna que o ilustra professor, sociólogo e intelectual brasileiro (1924 / 2017), que no final de Os Parceiros, Candido fala dos bens incompreensíveis os bens fundamentais para a existência:

"Não são apenas os que se reputam essenciais à estrita sobrevivência do indivíduo, mas todos aqueles que permitem ao homem tornar-se verdadeiramente humano.

Sob este ponto de vista, são incompreensíveis a participação na beleza, a euforia da recreação, o prazer dos supérfluos"

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