Pato Branco, 21 de agosto de 1965
diz o cabeçalho que não escrevi.
Naquela quinta feira
não houve aula no Agostinho Pereira.

Lembro bem ainda,
eu com 10 anos
acordando aos sobressaltos;
tudo branco de baixo para o alto.

Um só cordão, toda a cidade
esquece os afazeres
e brinca de verdade.

De lá, apenas lembranças.
Felicidade da neve,
só uma vez, criança.

Soneto: Rudi Bodanese     -   foto: autor. professor Reneh Barwinski.

* envie um soneto sobre a neve de 1965 (Branco como a neve), para postar aqui. 

Facebook: Patonauta Pato Branco - email:  grupo@rudibodanese.com.br

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