Aconteça o que acontecer, a ética humana é quem define.

A ONG britânica Oxfan divulgou seu balanço anual de desigualdade, segundo o qual 82% da riqueza mundial gerada de setembro de 2016 a setembro de 2017 ficara nas mãos do 1% mais rico  da população.

As cadeias globais de produção (antes privilégio das nações ricas) estão tendo hoje um assédio muito maior dos países emergentes, como China, Coreia do Sul, Índia; o que gerou um crescente número do bilionários nesses países...

Desemprego: não podemos esquecer que o mundo está produzindo mais com menos quantidade de trabalho, o que está obrigando os países a investirem mais em capacitação de trabalhadores.

Outro aspecto da globalização é que países mais desenvolvidos tragam para os menos,  técnicas e métodos de de produção mais eficientes, o que vai trazendo mais igualdade de competição.

"Os países que mais se beneficiam são aqueles que estão ativamente perseguindo uma integração com o resto do mundo".

O papel que cabe ao Brasil: "A globalização aumenta a necessidade do Brasil fazer aquilo que precisa fazer há muito tempo: educar a população, criar um sistema de produção de tecnologia e oferecer condições para que as pessoas possam investir e produzir bem"

José Alexandre Scheinkman, respeitado economista brasileiro no exterior;  professor da Universidade Columbia e professor emérito da Universidade Princeton nos Estados Unidos.

*Revista Exame  1154 - Editora Abril.

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