Neste livro, Paulo Rabello de Castro (graduado em Direito, Economia e PHD), aborda teses nascidas nos anos 1990 (inclusive autores norte americanos), "elaborando hipóteses sobre o fracasso de nações, um dia prósperas, ou da impossibilidade de outras vencerem a barreira da pobreza coletiva, a partir da centralidade da existência, em cada sociedade, de instituições políticas e econômicas abertas, isto é, 'inclusivas', ou de instituições perversas, 'extrativas'.

 As primeiras estimulam, e as segundas impedem, ou atrasam, o surgimento de iniciativas em favor de progresso social. 

'Hoje, os países fracassam porque suas instituições econômicas extrativas não criam os incentivos necessários para as pessoas pouparem, investirem e inovarem"

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