"Nosso Grupo era bem unido, e seguia uma hierarquia mais ou menos rígida. Os chefes escoteiros eram o Osvaldo Schafauser e o José Valdir "Ticão" Zuconelli
A gurizada novata foi reunida na Patrulha Touro, cujo grito de guerra ecoava nas atividades: “Jararaca deslizando pela mata, uma patrulha se destaca: Patrulha Touro — sempre alerta”. Vivíamos uma bagunça organizada. 

O Hino Escoteiro era entoado nas ocasiões solenes: “Rataplan do Arrebol! / Escoteiro, vede a Luz. / Rataplam olhai o Sol / Do Brasil que nos conduz!”

Nos acampamentos, que geralmente tinham início no sábado à partir das 13h00 e aconteciam, na maior parte das vezes, na chamada Mata do Frarão (atual parque de exposições), éramos sempre vítimas dos mais velhos. Nos sentíamos bravos guerreiros e dormíamos com saudades de casa. Na barraca, esvaziar latas de leite condensado e pacotes de bolacha. Campeonato de peidos e de bravatas..."

*Eduardo Waack, sobre escotismo pato-branquense (anos 1970), para o livro PATO... Confesso que Vivemos.

**O escotismo foi uma das mais maravilhosas experiência de nossas vidas. Se o Brasil fosse sério, as crianças seriam incentivadas a serem escoteiras. (Rudi).

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