Na segunda metade dos anos 1970, frequentava Pato Branco, o para-psicólogo paulista Fauze Kfouri em palestras cheias de jovens, no Pavilhão São Pedro.

Fauze, pioneiro na auto-ajuda e motivação, nos encantava com com regressão de memória, maravilhas da mente, bem como regressão até o útero materno de algum voluntário que no palco subisse.

Animava o auditório, quando abordava, talento, estudo, carreira profissional, futuro, namoro e até casamento.

Dizia o psicólogo que todo jovem chegava na frente do espelho e sorria para si mesmo, para ver se estava bonito.

Hoje, 40 anos depois, lembro das lições do velho Fauze Kfouri, quando me pego na frente do espelho sorrindo para mim; para ver se estou feio...

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