CARDÁPIO ELEITORAL

Estamos na reta final da campanha eleitoral. Jamais em toda a História do Brasil se registrou tão numeroso volume de candidatos a presidente e ao poder legislativo. 

Em todos os meios de comunicação eles apresentam suas receitas para salvar a nação do caos em que se encontra. 

Podemos compará-los a uma equipe de cozinheiros participantes de um enorme concurso para se escolher os melhores mestres-cucas verde-amarelos e azuis.
Nós, eleitores é que vamos selecioná-los no dia 7 de Outubro. 
Depois, teremos que engolir o que nos servirão.

Tomara que não carreguem a mão na pimenta, no vinagre, no sal.
Vamos torcer igualmente para que na hora de escolher os azeites, óleos, gorduras, não coloquem óleo de mamona; o velho óleo de rícino; terrível purgante que desanda num tragicômico surto diarreico, patético e definitivamente desmoralizante perante o mundo!
Como debelar este tsunami ciclópico diluviano de massa mole e fedorenta (ponto interrogação).

Somente as Nações Unidas, numa Lava Jato oceânica, poderão salvar a Pátria Amada...
Essa Lava jato poderia incluir o colossal volume das águas do Rio São Francisco, somadas às águas do Rio Amazonas, numa pororoca indescritível e mágica.

Aqui do lado, a digitadora dessas linhas, Adriana Beatriz¸ discretamente põe a mão à cabeça e declara:

- Puxa vida! Nunca estive com tantas dúvidas para escolher um candidato! 

Outubro/2018

Getúlio Rui Palma
Jornalista

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