Trecho:
 "Vivi a fase áurea do rádio, quando não havia TV. Nesse tempo, em 1967,quando vim para Pato Branco, a Rádio Celinauta, mesmo com 1 KW, atingia  mais de   20 municípios da região com audiência total. 

A equipe da Celinauta era bem estruturada com bons comunicadores e sua programação atendia às necessidades da época, com o gerente José Carlos Wolker, Inelsi Matielo atendia o setor de esportes e transmissões de jogos de futebol, quando Pato Branco tinha o Palmeiras e o Internacional, que dividiam as torcidas e o clássico Inter-pal era um acontecimento especial, movimentava toda a cidade com torcidas organizadas, que fizeram história no esporte de Pato Branco. 

Integravam a equipe Celinauta também o João Gualberto, que  ao meio dia  exibia seu comentário esportivo cujo nome era: ”Deixe que eu chute, doa a quem doer”, Sebastião Rossetto, locutor de programas musicais, juntamente com Joelcio Madureira, Clóvis Cantu atuava na  recepção, Agostinho Barrionuevo, em programas diversos.

              Eu apresentava o noticiário às 12h30 e programação variada em outros horários. Um dos meus programas aos domingos, Estância Gaúcha,  foi sucesso por atender a gauchada, que constituía o maior número na região. Um dos destaques e ídolo dos ouvintes era o Nhô Baiano, que apresentava um programa nas primeiras horas da manhã com talento criativo, senso de humor e bom gosto musical sertanejo".

Laudi Vedana, radialista, jornalista e professor.

*Lançamento do livro em Pato Branco e Curitiba: Início de dezembro/2018; 

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