Um pouco de Joinville, onde tudo aconteceu: conhecida como a “Manchester Catarinense” ou “A cidade dos príncipes”, teve como primeiro nome, Colônia Dona Francisca, cuja história se iniciou quando a princesa Francisca de Bragança, irmã de Pedro II do Brasil, casou-se em 1843 com o príncipe francês Francisco Fernando de Orléans, recebendo este o título de príncipe de Joinville. O nome da cidade foi mudado para Joinville, em homenagem ao príncipe, que recebeu aquelas terras como dote.

E foi neste belo palco catarinense que foi fundada a fábrica de engenheiros, depois mudada para RDC - República da Cachaça (desconhecemos a razão deste nome). A república teve duração de mais de 22 anos, formando mais de 16 engenheiros, a maioria com raízes pioneiras na nossa bela Pato Branco. Muitos voltaram a viver em Pato.



Nesta foto (formatura do Peter) alguns componentes catedráticos da RDC; Peter Cantu ao centro, ao lado direito dele o Helder "Kako" Tempass, o Vladimir "Guga" Ferreira, Marcos "Dida" Gomes da Silva, e à sua esquerda na parte inferior da foto, o Joslei Manfroi, depois o Giles Balbinotti e ao lado outro grande amigo Vanderlei Buffon (de Pinhalzinho).


Outros patobranquenses como André Pallaoro, Fernando Bochese, Fernando Tofolli, Marcio Henning, Neury Boaretto também habitaram a RDC ao longo de sua existência
     


À direita, a foto da logo criada pelo
artista Mario Pagodinho, em
homenagem à RDC;
hoje em dia Mario
reside em Blumenau













Post: Giles Balbinotti
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